Veja 6 alternativas para sair da poupança e fazer seu dinheiro render

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Guardar o dinheiro na poupança não é um investimento com boa performance, pois muitas vezes o rendimento pode estar abaixo da inflação, ou seja, o seu dinheiro pode perder valor de compra. Além disso, existem inúmeras possibilidades muito melhores para conquistar a independência financeira.

Sabendo que a poupança não é o melhor lugar para investir o seu dinheiro, considere as alternativas oferecidas pelo mercado. Elas são seguras e permitem, de fato, que seus recursos sejam valorizados e apresentem rendimentos bem melhores.

Conheça 6 alternativas para sair da poupança e fazer seu dinheiro render mais!

1. Tesouro Selic

O Tesouro Selic é um título oferecido pelo programa Tesouro Direto, do Tesouro Nacional, lançado no ano de 2002. Trata-se de uma maneira de vender títulos públicos federais para pessoas físicas de modo totalmente online, auxiliando a poupar mais. Em outras palavras, você empresta dinheiro para o governo.

As aplicações podem ser iniciadas a partir de apenas R$30,00 (trinta reais). Como é 100% digital, todas as transações (investimentos e resgates) podem ser feitas no site do programa.

A fim de facilitar ainda mais, o aplicativo oficial do Tesouro Direto pode ser baixado e todas as operações podem ser realizadas no próprio celular do investidor. E, para a segurança de quem aplica, os investimentos são integralmente garantidos pelo próprio Tesouro Nacional.

O Tesouro Selic é um título que apresenta elevada liquidez (facilidade de ser transformado em dinheiro vivo). O próprio Banco Central do Brasil se compromete a realizar a aquisição de qualquer título antes de seu vencimento, com resgate em um dia útil (conhecido como D+1).

Quanto à rentabilidade, independentemente das condições da economia, o Tesouro Selic oferece garantia de rendimento positivo. Por sua vez, esse é um título que não remunera com influência da inflação. Na verdade, em média, está sempre acima da inflação.

2. CDB

CDB é a sigla para Certificado de Depósito Bancário, isto é, um título correspondente a um empréstimo que o investidor faz ao banco. Na prática, é uma forma das instituições financeiras captarem recursos: o banco toma esse dinheiro emprestado, utiliza o montante em seus negócios e paga uma remuneração por isso.

Boa parte das regras aplicáveis dependem do banco e, por isso, é essencial uma boa lida no contrato antes da efetivação do investimento. De todo modo, pode haver um prazo mínimo para o resgate, a chamada carência.

A remuneração desse título, isto é, quanto se pode ganhar com ele, depende do tipo de CDB. Confira abaixo.

CDB pré-fixado

No CDB pré-fixado, como o nome indica, a taxa de rentabilidade é definida antes da contratação. Isso significa que o investidor sabe antecipadamente quanto terá disponível quando for resgatar o título no seu vencimento.

CDB pós-fixado

No caso do CDB pós-fixado, não se sabe quanto o título renderá, pois o contrato prevê o rendimento na forma de um percentual aplicado sobre um determinado índice econômico. Geralmente é utilizada a taxa do CDI (Certificado de Depósito Interbancário) ou o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Ampliado).

3. Debêntures

Debêntures são títulos de dívidas de empresas privadas. No entanto, do ponto de vista do investidor, são aplicações de renda fixa. As debêntures são emitidas por companhias para captar recursos em troca do pagamento de juros e do principal.

Trata-se de operação semelhante à do Tesouro Selic, com a diferença de que, no caso das debêntures, o investidor empresta para uma empresa privada e não para o governo. Por sua vez, o pagamento dos juros de debêntures pode ser periódico, ficando o principal para uma época posterior.

O contrato específico para investimento em debêntures é conhecido como escritura de emissão. Como o caso dos CDBs, as debêntures também podem ser pré-fixadas ou pós-fixadas.

4. Banco digital

Bancos digitais são instituições bancárias como as demais, mas se diferenciam por sua natureza digital. Isso significa que o correntista abre sua conta e faz as aplicações em ambiente virtual, tudo online.

O crescimento dos bancos digitais no Brasil tem sido muito significativo. Atualmente, eles oferecem opções para aplicações semelhantes à poupança, mas com rendimentos maiores.

Alguns bancos tradicionais constituíram também seus respectivos bancos digitais, sobretudo para fins de investimentos. Apesar de oferecerem opções parecidas com as dos outros bancos, têm atraído mais investidores em razão de boa parte de seus serviços não ser cobrada. Além disso, apresentam preços menores.

5. Fundos de renda fixa

Fundos de renda fixa constituem um tipo de fundo de investimento, ou seja, uma espécie de condomínio de investidores. O que os diferencia dos demais é que a maioria (cerca de 80%) de suas aplicações devem ser realizadas em títulos pré-fixados, como títulos do Tesouro, CDB pré-fixado, entre outros.

As taxas utilizadas normalmente acompanham a Selic ou os índices de inflação mais comumente utilizados, como o IPCA. Existem diversos tipos de fundos de renda fixa classificados inicialmente em renda fixa simples, indexados e ativos. Posteriormente, cada um se subdivide em subclassificações.

O investimento em fundos de renda fixa, no entanto, é muito fácil e permite a utilização de valores iniciais menores. Na verdade, todo o trabalho de aplicação e seleção de ativos fica por conta do gestor do fundo.

6. Previdência privada

Se o investimento for a longo prazo, a previdência privada pode ser uma excelente opção. Esse investimento apresenta duas fases básicas: uma primeira, de acumulação de recursos, e a segunda, de resgate.

Essencialmente, o investidor realiza aplicações mensais (não obrigatórias), escolhe-se um beneficiário e se inicia uma rotina de aplicações ao longo de alguns anos. Assim, consolida-se a fase de acumulação. Há, ainda, vantagens na redução do imposto de renda.

Posteriormente, em função do prazo definido para resgate, você pode escolher a forma de receber seu dinheiro acumulado. Essa forma pode ser a partir de retiradas mensais ou de uma única vez.

A Previdência é um investimento de longo prazo, mas pensando no hoje, é interessante olhar para os Seguros. O seguro de vida, por exemplo, vai proteger a sua renda e da sua família, caso você não esteja mais por aqui. Ele garantirá também a proteção de todos os seus investimentos, fazendo com que sua família não se desfaça deles em caso de um aperto financeiro com a sua ausência. Você pode fazer uma simulação gratuita aqui.

Como vimos, conhecendo as diversas alternativas para sair da poupança, é possível investir de forma segura, sustentando a preservação do patrimônio e uma rentabilidade melhor.

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