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O que é a obesidade? Saiba mais aqui - Blog WinSocial

O que é a obesidade? Saiba mais aqui

O que é a obesidade? Saiba mais aqui
6 minutos para ler

“O que é a obesidade ?”. Talvez essa seja uma pergunta que você já ouviu em programas de televisão ou seriados educativos em plataformas de streaming. O fato é que a resposta para esse questionamento pode não ser tão simples quanto parece. Afinal, apenas citar acúmulo de massa adiposa é uma visão, no mínimo, limitada, para não dizer até preconceituosa.

Dessa forma, o acesso à informação simples e apurada é a melhor atitude para ampliar sua visão. Logo após a leitura deste texto, você entenderá o que é a obesidade e quais são os tipos e causas, além de conhecer os melhores tratamentos para lidar com a condição. Confira agora mais sobre o que é a obesidade.

O que é a obesidade?

Condição muito recorrente e considerada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) um profundo problema da nossa modernidade, ao lado da diabetes e da hipertensão, a obesidade integra o cotidiano de muitas pessoas. Essa condição crônica acontece em função do acúmulo desordenado de gordura corporal. Ela costuma ser uma espécie de gatilho para o surgimento de outras doenças, como as cardiovasculares e a diabetes.

A obesidade é um risco de saúde, pois está associada com complicações metabólicas, como a alta dos níveis de colesterol e triglicerídeos, além da dificuldade de absorção da insulina. É uma doença que pode ser visualmente identificada. Porém, é preciso deixar claro que corpos gordos não necessariamente indicam estados frágeis de saúde, assim como corpos magros não são atestados de bom funcionamento do organismo.

Quando essa condição aparece ainda na infância, é preciso levar em consideração que a pessoa pode reverter o cenário mais facilmente, evitando o aparecimento de outras complicações. O organismo de uma criança, pelo motivo de ainda estar em formação, parece ter uma maior flexibilidade para lidar com o aparecimento de certas circunstâncias do corpo.

Quais são os tipos de obesidade?

Com base no Índice de Massa Corporal (IMC), calculado pela divisão do peso e altura, chega-se a uma tabela que possibilita o enquadramento nos tipos de obesidade e graus de risco. Dessa forma, a obesidade pode ter o grau I, II ou III. Respectivamente, os IMC’s são de 30 a 34,9; 35 a 39,0 e 40 ou mais.

A circunferência abdominal também integra uma avaliação médica. Portanto, mulheres que apresentam 80 cm já estão em risco, e aquelas com 88 cm, em alto risco. Enquanto no caso masculino, o risco é de 94 cm e 102 cm.

Quais são as causas da obesidade?

Como falamos, as causas da obesidade podem estar relacionadas a questões genéticas, comportamentais e ambientais. Em determinados momentos da vida, contextos e atitudes podem desencadear o acúmulo de gordura, por isso, é preciso ficar atento.

Quais são as consequências da obesidade?

Problemas de saúde, perda de bem-estar e baixa autoestima são algumas das consequências para quem convive com essa condição. Por isso, fazer acompanhamento psicológico e, a depender do caso, psiquiátrico, pode ser uma medida indicada para lidar com esses cenários.

Aprender a conhecer seus limites enquanto estiver em processo de mudança de alimentação e hábitos de vida mais saudáveis é um ponto fundamental. O que passa a ser facilitado pelo autoconhecimento e medicações de regulação de humor.

Problemas de saúde

O modo como o organismo consegue digerir gorduras, possibilitar energia para o corpo e distribuir nutrientes acontece em níveis de trabalho diferentes para cada pessoa. Problemas de saúde, nesse sentido, podem facilitar a construção de um cenário de obesidade. Quando a situação não é tratada, o efeito é acumulativo e, a depender do tempo que foi dispensado aos cuidados, novas condições crônicas podem surgir.

Perda de bem-estar

A obesidade pode gerar dificuldade de locomoção e dependência para fazer até pequenas tarefas rotineiras, como tomar banho e se levantar da cama. Dessa forma, a perda de bem-estar é algo comum para muitas pessoas que lidam com essa condição. Além disso, estruturas de compartilhamento social, como assentos de transportes públicos, lojas de fast fashion etc., não são adaptadas à diversidade de corpos gordos com níveis de obesidade.

Isso gera uma cadeia de problemas que se encaminham para o acúmulo de frustrações e que podem, inclusive, gerar falta de vontade para a adoção de atitudes positivas para lidar com a condição. O quadro é ainda mais complicado se o paciente for uma criança.

Por isso, a obesidade infantil tem uma problemática específica, que é a necessidade da criança lidar com a autorresponsabilidade. O que não é nada fácil em um momento da vida no qual está se formando o caráter e as experiências têm uma natureza de novidade muito forte.

Baixa autoestima

Sem dúvida, um dos maiores problemas enfrentados na obesidade infantil é a baixa autoestima. O período da infância é marcado por muitas disputas que podem ser cruéis para a construção do caráter. A necessidade de aprovação, evitando a todo o custo a rejeição, tem na obesidade um problema que toda sociedade deve começar a compatilhar e conversar sobre, para que uma cultura mais acolhedora da diversidade e modos de ser seja fomentada.

Nos últimos tempos, a publicidade e imagens da mídia têm aumentado o número de participação de pessoas gordas. Porém, isso ainda é pouco para efetivamente mudar o cenário negativo sobre o estereótipo de quem é gordo, apresenta a condição de obesidade ou ambas as coisas. Filmes sobre autoestima disponíveis na TV e em grandes plataformas de streaming podem servir como suporte nesse processo.

Quais são os tratamentos possíveis?

O tratamento da obesidade varia conforme o nível. Mas, de modo geral, mudanças nos hábitos alimentares, com a adoção de uma dieta restritiva e exercícios físicos, os profissionais da saúde indicam para todos os casos. Além disso, intervenções cirúrgicas também figuram como possibilidades.

Viu só como a obesidade é um cenário complexo? E que exige cuidado em muitos contextos para que não seja interpretado como falta de cuidado ou ser atribuído a todo corpo gordo? Sem dúvida, como vimos, é preciso entender que a condição pode ter uma predisposição genética ligada a hábitos de vida sedentários e uma dieta rica em carboidratos.

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