Gestão financeira pessoal: saiba a importância e os erros mais comuns

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Como anda a sua gestão financeira pessoal? Saber como tomar conta do seu próprio dinheiro é fundamental para não passar por situações complicadas. Isso envolve comprometimento e consistência nas suas decisões.

Todo mundo precisa de dinheiro para viver, só que as pessoas tendem a lidar com ele de formas bem diferentes. Não saber administrar seus gastos e ganhos pode ser altamente desastroso, gerando dívidas capazes de comprometer ainda mais suas finanças.

Além disso, acumular dinheiro para realizar os sonhos é o objetivo de muita gente, mas isso somente está ao alcance de quem sabe cuidar de seus ganhos. E saiba que fazer uma gestão financeira pessoal de qualidade não é nada difícil de entender, necessitando apenas de vontade para começar.

Neste artigo, você entenderá melhor quais são os erros mais comuns ao fazer a gestão financeira pessoal e como evitá-los. Boa leitura!

Quais são os erros mais comuns de gestão financeira pessoal?

Conhecer potenciais erros é uma ótima forma de se prevenir contra eles. Durante o dia a dia, pode ser que você esteja cometendo vários deslizes com as suas economias sem saber. É fundamental ter um controle detalhado dos seus gastos e ganhos e evitar comprometer o seu orçamento de forma imprudente.

Veja, a seguir, alguns exemplos de erros de gestão financeira pessoal que você deve evitar.

Gastar mais do que ganha

Parece óbvio, mas muita gente precisa se lembrar desse ponto bastante importante ao fazer as suas compras. O quanto você ganha deve ser visto como o seu teto de gastos, considerando também as demais despesas que você tem durante o mês.

Portanto, não faz sentido gastar além desse valor, nem mesmo utilizando o cartão de crédito, pois isso levará ao acúmulo de dívidas nos próximos meses. Caso os seus gastos excedam os seus ganhos, significa que está na hora de revê-los para que isso não aconteça mais.

Você também pode minimizar as chances desse problema ocorrer ao procurar métodos alternativos de pagamento que se encaixem no seu orçamento. O parcelamento de compras, quando feito de forma prudente, pode ajudar muito nisso.

Não controlar as suas movimentações

Todo o dinheiro que entra e sai do seu orçamento precisa ser cuidadosamente controlado. Viver sem esse conhecimento fará com que a sua gestão financeira pessoal fique seriamente comprometida, além de dar margem a imprevistos possivelmente graves.

Você pode usar diversas ferramentas para isso, desde um aplicativo para celular até anotações em um caderno. O ponto mais importante é ter consistência: nunca deixe de lançar alguma movimentação para que os seus registros sejam sempre precisos.

Manter esse controle por si só é um passo muito importante em relação a sua gestão financeira pessoal, pois permite detectar gastos que estejam fora de controle, garantir que você ganhou o suficiente para pagar suas contas, entre outros pontos.

Viver sem um orçamento definido

Uma parte muito importante de uma boa gestão financeira pessoal envolve estabelecer limites aos seus gastos. A definição de um orçamento evitará que você gaste demais e comprometa as suas contas de forma imprudente.

Estabeleça um valor máximo para os seus gastos, considerando os pagamentos de serviços essenciais e um adicional que seu orçamento permita. Leve em conta o quanto você pode economizar e chegue a um número factível. A partir daí, é com você: certifique-se de nunca ultrapassar esse valor máximo em seus gastos mensais e tome cuidado ao abrir exceções, pois isso pode dificultar o processo.

Não ter uma reserva de emergência

Por melhor que seja a sua organização financeira, infelizmente, ninguém está imune a emergências. É para essas horas que você precisa ter dinheiro guardado para lidar com problemas inesperados, como despesas de hospital, substituir algum bem importante, entre outros.

Essa reserva de emergência é uma quantia financeira que você deve ter para eventuais surpresas. Calcule a sua despesa média mensal e multiplique por seis. O conceito é você ter uma quantia equivalente a seis meses do seu padrão de vida. Esse montante vai proteger o seu equilíbrio financeiro contra situações inesperadas e que possam gerar custos.

Comece reservando até 20% do seu salário para montar essa reserva de emergência, que ao longo do tempo, você atingirá o valor necessário.

Fazer compras impulsivas

Toda aquisição que você faz tem um impacto nas suas contas. Ao dar margem para a realização de compras impulsivas, você acaba comprometendo seu orçamento. E o pior de tudo isso é que esse hábito tende a se repetir.

Sempre que considerar a compra de qualquer item, pense bem se você precisa dele. É comum que as pessoas se sintam tentadas a fazer uma aquisição no caso de promoções, mas é necessário lembrar-se de que o desconto em si não pode ser a única justificativa para a compra.

Ao fazer um melhor controle dos seus gastos, ficará mais fácil visualizar o impacto das compras impulsivas nas suas contas. Portanto, certifique-se de seguir todas as nossas dicas.

Abusar do cartão de crédito

O cartão de crédito pode ser um grande vilão da sua gestão financeira. Afinal, ele vende a ilusão de que você pode gastar além do que possui, já que o pagamento não é imediato. Tome muito cuidado com essa ideia.

Evite olhar para o limite do cartão de crédito como o seu teto de gastos. Em vez disso, o seu limite deve ser o quanto você pode pagar considerando o seu orçamento. Experimente entrar em contato com a operadora do cartão e diminuir o seu limite para minimizar as chances de problemas.

Se bem utilizado, o cartão de crédito pode ser até um aliado. Tendo em mente a previsibilidade da sua renda, você pode usar pagamentos parcelados para poder economizar mais durante cada mês. Porém, somente faça isso se puder mesmo prever os ganhos necessários para pagar a fatura.

A melhor forma de evitar passar por esses problemas é manter um controle preciso das suas movimentações, além de mudar a forma como você encara o próprio dinheiro. Ao entender bem o seu valor, torna-se mais fácil conter a tentação de gastar de forma desenfreada.

Proteja a sua renda!

Uma vez que você já possui algum patrimônio (casa, bens etc) ou tenha pessoas que dependam financeiramente de você, é a hora de pensar em Seguros!

O seguro de vida vai proteger o padrão de vida da sua família, caso você não esteja mais por aqui. Assim, você garante o equilíbrio financeiro de quem você ama mesmo não estando presente fisicamente. É a proteção da renda da sua família!

Já o seguro invalidez é para você! Ele garante o recebimento de uma quantia financeira, caso você sofra algum acidente que te impossibilite de trabalhar permanentemente, ou seja, te impeça de gerar renda. Ele é importante para todos, tendo filhos ou não.

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Até a próxima!

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