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Quais doenças mais acometem à saúde feminina? Saiba mais!

Quais doenças mais acometem à saúde feminina? Saiba mais!

Quais doenças mais acometem à saúde feminina? Saiba mais!
7 minutos para ler

Será que as doenças afetam da mesma forma todas as pessoas? Será que faixa etária ou sexo não influenciam? Na verdade, influenciam sim! Por isso, os estudos epidemiológicos são tão importantes, a ponto de indicarem o que mais preocupa na saúde feminina.

Alguns casos, por exemplo, são até mais fáceis de entender, como maior prevalência de câncer de mama em mulheres. Já outros podem até ter influência da anatomia, como é o caso das infecções urinárias. 

Por isso, é importante sabermos quais são as patologias que mais acometem as mulheres. A partir daí, é possível redobrar os cuidados para prevenção e tratamento delas. Quer saber mais? Então, continue a leitura!

1. Câncer de mama

Começando então pelo câncer de mama, aqui lidamos com uma proliferação desordenada de células da mama. Isso forma um tumor, que poderá ser benigno ou maligno. Apenas 1% dos casos deste tipo de câncer acomete os homens.

Infelizmente, é um câncer de incidência expressiva. Em 2020, foram registrados 66.280 novos casos. Por isso, é tão importante a realização da mamografia para rastreio, além de sempre fazer um acompanhamento médico da saúde das mamas.

Alguns sintomas podem levantar a suspeita do problema, como presença de nódulos, pele em “casca de laranja” (retraída e avermelhada), secreções espontâneas do mamilo, dentre outros.

Frente a uma suspeita clínica, os métodos de imagem podem ajudar a esclarecer. Citamos acima a mamografia, mas o ultrassom também tem seu papel no cuidado. Por fim, pode ser necessária a biópsia.

Para a prevenção do câncer, alguns bons hábitos podem ser adotados ao longo da vida, como:

2. Endometriose

A endometriose é uma doença ginecológica relativamente benigna, exceto pelo grande desconforto causado. Ela é vista, sobretudo, nas mulheres em idade fértil, pois está relacionada ao hormônio estrogênio. 

Desse modo, ela pode ser classificada como peritoneal, ovariana ou profunda. Basicamente, consiste na presença de um tecido semelhante ao do útero fora da região uterina. 

O principal sintoma da doença é a dor. Essa dor pode ser crônica, ao menstruar ou até mesmo sem acompanhar o ciclo menstrual. Além disso, pode provocar dor durante as relações sexuais e até estar relacionada com a infertilidade.

Os exames de imagem contribuem para o diagnóstico, como ultrassonografia e ressonância magnética. Além do diagnóstico, permite estadiar as lesões e direcionar para um melhor tratamento.

3. Candidíase

A candidíase é uma infecção provocada, em até 92% dos casos, pelo fungo Candida albicans. O pico de acometimento é entre 30 e 40 anos, sendo que 20% dos casos não requerem tratamento e, quando é necessário, costuma ser efetivo.

Visualmente, o principal sinal da doença são placas esbranquiçadas na parede vaginal. Além disso, podem aparecer vermelhidão e fissuras. A candidíase também provoca coceira, ardência e um corrimento sem cheiro.

Por fim, pode haver dor durante as relações sexuais ou quando vai urinar. Com sintomas tão claros, o diagnóstico pode ser clínico. Porém, se houver dúvidas, existem exames laboratoriais específicos.

Como prevenção, não utilize cremes ou sabonetes vaginais que alteram o pH do órgão. Em segundo lugar, evite, ainda, os perfumados e irritativos. Ah, e cuidado com as roupas! Não utilize as sintéticas e apertadas, nem fique com elas molhadas por muito tempo.

4. Infecção urinária

As infecções urinárias são caracterizadas por microorganismos nas vias urinárias. Elas podem se limitar às vias baixas ou subir para os rins. No segundo caso, a gravidade é maior!

Vale ressaltar que são mais frequentes nas mulheres devido à anatomia feminina. São tão frequentes que cerca de 50% das mulheres terão ao menos uma infecção na vida, por exemplo.

Os sintomas da infecção baixa são bem variados, como dor ao urinar e um pouco abaixo da barriga, mais idas ao banheiro e sensação de urgência miccional. Na infecção alta, quando atinge os rins, observamos febre, dor lombar e até calafrios.

Assim como na candidíase, o diagnóstico clínico é bem característico. Os exames laboratoriais podem ajudar a comprovar a presença de bactéria ou mesmo identificar o tipo. A partir daí, o tratamento é feito com antibióticos.

5. Papilomavirus humano (HPV)

Vimos fungos, bactérias e chegou a vez deles: os vírus. Neste caso, estamos diante do HPV, que tem mais de 200 tipos descritos. Destes, 40 podem habitar a região anogenital e metade vai apresentar potencial de causar câncer.

A transmissão é basicamente sexual, por meio de microtraumas durante a relação. Quando o tipo é carcinogênico, no geral, ele atinge o colo do útero. Já os tipos 6 e 11 estão mais associados à formação de condiloma, isto é, são como verrugas.

Vale destacar que o câncer de colo uterino é o 3º tipo de tumor maligno mais visto em mulheres. Por isso, é essencial que pessoas em vida sexual ativa se informem sobre o exame Papanicolaou.

Além disso, a vacinação contra o HPV deve ser estimulada. Meninas de 9 a 13 anos e meninos de 12 e 13 anos podem se vacinar pelo SUS. Já as outras faixas etárias podem encontrar a vacina na rede privada.

6. Diabetes

Agora, vamos falar sobre uma doença metabólica que afeta 8,8% da população de 20 a 79 anos: a diabetes. A condição é caracterizada pela hiperglicemia persistente, ou seja, o açúcar no sangue fica sempre alto. 

A causa disso é determinada por qual tipo de diabetes a pessoa tem, como tipo 1, tipo 2 ou gestacional. O tipo 2, por exemplo, está mais associado às pessoas obesas e sedentárias. Por outro lado, a diabetes gestacional pode afetar a mulher durante a gravidez.

Geralmente, os sintomas não são imediatos e, quando surgem, requerem avaliação laboratorial. De toda forma é importante checar os níveis de glicose, seja pela glicemia capilar, pela glicemia de jejum, dentre outros testes.

A diabetes mal controlada pode gerar complicações na microvasculatura, a ponto de prejudicar os rins, a visão e outros sistemas. Desse modo, o principal meio de prevenir é adotar hábitos de vida saudáveis e manter a glicemia em níveis adequados.

Concluímos, enfim, que a melhor maneira de cuidar da saúde feminina é por meio do autocuidado. Em primeiro lugar, é fundamental que as pessoas entendam as doenças, o que as provocam e como evitá-las. A partir daí, pode haver uma adequação dos hábitos de vida a fim de prevenir as possíveis complicações. E nunca se esqueça: ao perceber algum sintoma, procure um profissional para avaliar! 

Agora, que tal compartilhar nosso artigo e ajudar a conscientizar outras mulheres? Então mande para todas as suas amigas!

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