Coronavírus e diabetes: esclareça 6 dúvidas sobre o tema!

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Desde que a Organização Mundial da Saúde classificou o novo coronavírus como pandemia, a velocidade de contaminação tem preocupado autoridades do mundo todo. Desde o início, também é motivo de preocupação a evolução da doença viral em pacientes do grupo de risco, como as pessoas com diabetes.

Tendo em vista as pesquisas ainda em andamento para lançar uma vacina ou descobrir medicamentos eficazes, a recomendação é monitorar a glicemia e adotar medidas preventivas para se proteger de possíveis problemas de saúde.

Pensando nisso, elencamos alguns esclarecimentos sobre os riscos envolvendo o coronavírus e a diabetes, além de dicas de como se proteger da doença e fortalecer o sistema imunológico. Não deixe de conferir!

1. O que é o chamado grupo de risco?

Sem dúvidas, o coronavírus ainda é um mistério para a comunidade científica, que trabalha incansavelmente para descobrir métodos eficazes de tratar a doença e preveni-la. Desde o início, entretanto, médicos observam que algumas pessoas, em razão da idade ou de comorbidades, estão mais sujeitas a evoluir para a forma grave da doença e sofrer as consequências da Covid-19.

Entre as pessoas mais suscetíveis ao problema, podemos citar os hipertensos, os idosos e os indivíduos com condições crônicas, como a asma. A diabetes é uma condição também considerada vulnerável. Isso em razão de alguns fatores que dificultam a cura da infecção, como excesso de açúcar no sangue, acentuação do processo de inflamação e comprometimento do sistema imunológico.

2. Quais os principais riscos para pacientes com diabetes?

Assim como outras infecções por vírus ou bactérias, é importante que o paciente esteja com o sistema imunológico fortalecido para superar a Covid-19. Os riscos para quem tem diabetes, portanto, referem-se justamente à possibilidade de o organismo não responder adequadamente ao tratamento, tendo em vista a tendência à inflamação e o alto índice glicêmico no sangue, como visto.

Um aspecto positivo é que, para pessoas com a diabetes bem controlada, independentemente do tipo, os riscos podem ser mitigados. Para os que têm baixo manejo sobre os níveis glicêmicos, por outro lado, recomenda-se adotar uma rotina mais saudável e benéfica ao organismo.

3. Os riscos são iguais para todos os tipos de diabetes?

Até o momento, não há evidências concretas que indiquem que o risco de contaminação é maior em pessoas com diabetes. Também, a princípio, não se constatou diferença de riscos entre a diabetes tipo 1 e 2.

O que se nota, entretanto, é a diferença no perfil predominante entre os pacientes de cada tipo de condição, o que pode ou não caracterizar o agravamento da doença e o avanço no organismo. O perfil comum de indivíduos com diabetes tipo 2, por exemplo, é idoso, com obesidade e maior resistência à insulina.

Já o perfil de pacientes com o tipo 1 muda um pouco. Em geral, eles são mais jovem e não apresentam sobrepeso. Nesse caso, o agravante inflamatório pode ser reduzido. Vale lembrar, entretanto, que independentemente do tipo de diabetes, é fundamental adotar medidas preventivas para evitar o adoecimento grave em caso de contaminação.

4. Quais as principais dicas para se proteger?

São diversas as ações que podem evitar o adoecimento em razão do coronavírus. Para prevenir o contágio pelo agente infeccioso, é importante lavar as mãos com água e sabão frequentemente e, se necessário, esterilizá-las com álcool em gel. Também é fundamental utilizar máscara ao sair de casa e manter-se a uma distância de 2 metros de qualquer indivíduo.

Como medidas específicas para pessoas com diabetes, vale ressaltar aquelas capazes de fortalecer o sistema imunológico e equilibrar os níveis glicêmicos, por exemplo, a adoção de uma dieta saudável, o controle da ansiedade eventualmente gerada pelo distanciamento social e os exercícios físicos. Tendo em vista a benéfica relação entre a vitamina D e a diabetes, tomar um banho de sol ao longo do dia também pode ajudar.

5. O que fazer em caso de sintomas da Covid-19?

A recomendação das autoridades, até o momento, é que as pessoas evitem buscar auxílio médico quando os sintomas são leves. Isso porque há risco alto de contágio ao deixar a casa, e as próprias unidades de saúde oferecerem perigo, tendo em vista a presença de pessoas contaminadas no ambiente. Nesse caso, deve-se fazer o isolamento domiciliar por 14 dias e acompanhar se há evolução de outros sintomas que possam caracterizar a doença.

Em caso de febre alta e constante, mal-estar e outros sintomas respiratórios graves, será necessário buscar o posto de saúde ou hospital mais próximo, tomando todas as precauções recomendadas para receber as orientações acerca da realização do teste e do tratamento adequado, se forem confirmadas as expectativas.

6. Qual a importância de seguir as orientações das autoridades?

Neste momento delicado da história do país, diversos órgãos do governo estudam as medidas adequadas para prevenir a escalada do número de infectados pelo novo coronavírus, e pesquisas avançam na descoberta sobre os impactos. Enquanto os resultados ainda são incertos, é importante seguir as recomendações preventivas orientadas para o mundo todo, como evitar aglomerações e manter o distanciamento social.

Se for possível, recomenda-se também o confinamento em casa até que a curva de novos infectados comece a reagir positivamente. É indispensável para a saúde, ainda, procurar atualizar as vacinas já existentes contra vírus e bactérias, evitando que doenças do inverno possam baixar ainda mais a imunidade e agravar os riscos em caso de contaminação pela Covid-19.

Lidar com o coronavírus e a diabetes tem feito a população inserida no grupo de risco enfrentar diversos desafios. Entre eles, compreender os impactos que a nova doença pode trazer ao organismo e se prevenir dos riscos adotando medidas para controlar os índices glicêmicos. Vale ressaltar, ainda, a importância de manter-se informado sobre as novas descobertas ao redor do globo, identificando a mudança de posicionamento pelas autoridades sanitárias brasileiras e adotando as medidas de segurança, como a vacinação para pessoas com diabetes.

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