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O que é baixa imunidade e como resolver isso? Confira!

O que é baixa imunidade e como resolver isso? Confira!

O que é baixa imunidade e como resolver isso? Confira!
12 minutos para ler

Baixa imunidade é uma expressão que tem se mantido em evidência, de maneira direta ou indireta, no mundo. A pandemia de Covid-19 adiciona uma camada de preocupação extra com a saúde. As notícias e relatos sobre infecções também exemplificam a importância de se manter saudável, com um sistema imunológico forte.

Saber as melhores informações sobre o assunto pode facilitar as escolhas para acabar com a baixa imunidade. Por isso, se você continuar na leitura deste texto, entenderá, de modo simples e acessível, o que é a baixa imunidade, suas consequências e, o mais importante, como, realmente, resolver esse problema. Então, vamos lá?

O que é baixa imunidade?

Ficar constantemente gripado, definitivamente, não deve ser uma realidade cotidiana para ninguém. A baixa imunidade é uma deficiência na resposta do sistema imunológico diante das infecções gerais que, naturalmente, o organismo pode entrar em contato. Basicamente, esse sistema, formado por células chamadas de glóbulos brancos e leucócitos, nos protege de vírus e bactérias.

Provavelmente você conhece alguém ou mesmo já passou por uma situação de, após uma festividade, observar várias pessoas griparem, incluindo você. Porém algumas outras pessoas não tiveram sintomas. Isso pode acontecer por conta da resposta de um sistema imunológico eficiente.

Por outro lado, se há uma doença preexistente, porém desconhecida pelo indivíduo, a baixa imunidade também aparece. Em muitos momentos da vida estamos propensos a lidar com um sistema imunológico mais debilitado. Poucas horas de sono, abalos emocionais, má alimentação são fatores significativos para uma baixa imunidade.

O corpo que temos funciona como um sistema em movimento e harmonia. Cada estrutura age de acordo com o funcionamento das outras, compondo uma ampla e complexa cadeias de operações executadas nas células. Assim, temos dois tipos de imunidade: a inata (como o nome sugere, ela vem conosco desde o nascimento) e a adquirida, fruto do enfrentamento de alguma doença ou do uso de vacinas.

É válido lembrar que as vacinas são extremamente importantes para a construção de uma boa imunidade. Elas funcionam a partir do estímulo da produção de anticorpos que vão, posteriormente, servir na defesa específica contra determinado microrganismo.

Geralmente, quadros de baixa imunidade podem acontecer em decorrência de doenças que não foram completamente curadas. Dessa forma, é fundamental descansar, tomar corretamente os medicamentos e evitar o consumo de álcool e outros elementos que favoreçam a inflamação no organismo. Com atitudes como essa, você pode garantir que quadros não se agravem.

Quais são as consequências que ela pode causar?

Definitivamente, estar doente é uma quebra na rotina e pode prejudicar o trabalho e projetos de vida. Afinal, ter que se recolher por algum tempo, pelo motivo de estar impossibilitado por alguma doença, não é algo fácil, ainda mais se ficam sequelas. Ou mesmo, caso aparece aquela gripe chata que demora a ir embora. O resultado é a necessidade de continuar a trabalhar, pois o quadro não é grave o suficiente para um atestado, apesar dos desconfortos gerados.

Garganta levemente inflamada e nariz entupido são, por exemplo, manifestações do corpo que, se acontecem em uma semana desafiadora de trabalho, podem levar a quadros mais sérios de complicações imunológicas. Então, logo abaixo, fique atento às consequências que a baixa imunidade pode causar.

É preciso entender que a característica de interligação do organismo, requer uma noção de cuidado e prevenção atenta, pois pequenas situações podem desencadear quadros complicados. Portanto, escute seu corpo, e observe o surgimento de dores e a permanência de dores.

Dores no corpo

O nosso organismo funciona como uma rede. Então, a partir do momento que algo não funciona plenamente bem, outras áreas do corpo podem ser afetadas. Imunidade baixa pode resultar em dores no corpo. Preguiça e indisposição se integram a esse cenário. Esses sinais que o corpo dá, comunicam sobre a necessidade de repouso. Essas dores podem ser generalizadas, ou localizadas (costas, cabeça e estômago).

Maior risco de contaminação de doenças

Já se perguntou quantas vezes você deve ter escapado de desenvolver uma amidalite, após ter tido contato com a bactéria, graças a um sistema imunológico forte? O risco de ser contaminado, por essas e outras doenças, aumenta, caso você esteja com a imunidade baixa.

Um quadro de herpes labial, por exemplo, pode ser desenvolvido quando o sistema imunológico não está em seu pleno funcionamento. A condição, que atinge grande parte da população, costuma não apresentar sintomas. Porém, esse quadro é alterado em períodos em que o organismo está mais sensibilizado.

Infecções constantes

Ainda no exemplo da amidalite, imagine a situação de após quatro semanas curado da enfermidade, mais uma vez ela voltar a aparecer. O resultado pode ser o uso de um antibiótico mais forte, quebra abrupta na rotina de trabalho e outras responsabilidades. Se ver constantemente gripado tem um impacto, a longo prazo, gigantesco na vida de uma pessoa. Pois uma fatia considerável de tempo é gasta vivenciando dores que poderiam ser evitadas.

Fraqueza e sono constantes

Dificuldade para acordar e corpo mole ao longo do dia podem ser consequências diretas de um sistema imunológico deficiente. Por isso, avalie se o esforço que você faz durante o dia condiz com a quantidade de sono. Certamente, algumas pessoas precisam de períodos maiores para recompor as energias do que outras. Mas, a diferença pode ser identificada ao analisar o histórico de hábitos de sono e vitalidade da pessoa.

Como resolver esse problema?

O assunto baixa imunidade talvez seja um dos temas mais populares da saúde. No sentido de que, vez ou outra, em uma conversa pode surgir o momento de indicar alguma comida ou alimentos naturais que fortalecem o sistema imunológico. O fato é que após ou durante um quadro de enfermidade, buscar informações e atitudes para evitar novas doenças se torna uma prática para quem realmente se preocupa com a saúde.

Beber bastante água

Uma dica simples e poderosa, ingerir muita água ao longo do dia facilita que as secreções pulmonares, respiratórias e da orofaringe não se fixem no organismo. Assim, manter-se bem hidratado é algo básico para integrar às atividades cotidianas. Além disso, a água lava tudo e facilita a eliminação de microrganismos e toxinas.

Se você tem dificuldade de beber muita água, há vários aplicativos que ajudam nesse processo. O segredo é substituir o copo por uma garrafa que você possa transportar para onde for e permaneça o dia todo ao seu lado. Dessa maneira, aos poucos, é possível fazer disso um hábito. O indicado é beber 35 ml para cada 1 quilo do seu corpo. Então, se você tem 85 quilos, deve beber quase 3 litros de água por dia.

Uma dica importante é comprar uma garrafa que acondicione a totalidade da quantidade de água que você deve tomar, ou um número suficientemente alto que reduza a quantidade de vezes necessárias para repor o líquido. Por exemplo, uma garrafa de 1,5 litros ou 3 litros. Você pode congelar a garrafa durante a noite para que a temperatura da água, após tirar da geladeira e permanecer ao seu lado, seja agradável.

Para saber se você está hidratado, observe a cor da urina. Ela precisa estar transparente ou algo próximo a isso. Isso garante que o consumo de água, necessário para o seu corpo, está sendo feito de maneira adequada.

Melhorar a alimentação

O que é comer bem? Essa pergunta, apesar de ser complexa, encontra algumas certezas nos alimentos ricos em fibras, vitaminas e sais minerais. Feijão com arroz é considerado uma das fusões nutricionais mais completas. De todo modo, um prato com alimentos integrais, que não foi utilizado corantes, realçadores de sabor e conservantes, é um norte a ser seguido. Evite alimentos ultraprocessados e muito gordurosos.

Também é interessante ficar de olho na regularidade de consumo. Fazer um bom café-da-manhã, seguido de um almoço e jantar em horários constantes facilita que seu organismo entenda os momentos que acontece a nutrição do corpo.

Outra questão é ficar atento ao o consumo de laticínios e açúcar. Esses alimentos estimulam processos inflamatórios. Uma ótima dica é tomar própolis vermelho misturado com gengibre, mel, limão e raspas de alho. Esses alimentos favorecem o fortalecimento do sistema imunológico. Sucos com folhagens (couve e mastruz) ou de inhame também são ótimas dicas de alimentação para prevenir a baixa imunidade.

Fazer exercícios

Exercícios estimulam o bom funcionamento do metabolismo. Com células trabalhando melhor, a imunidade também aumenta. A jornada para entender qual o melhor tipo de movimento para o seu corpo pode requerer mais atenção e tempo. Por isso, experimente fazer caminhadas, natação, academia ou algum esporte diferente que nunca imaginou que poderia fazer.

O fator surpresa estimula a criatividade e pode manter a animação para a prática de exercícios físicos. Andar de bicicleta à noite ou fazer movimentos, em casa, usando o próprio peso do corpo são exemplos de práticas que podem ser feitas ao longo da semana, resultando em um aumento da imunidade. Além disso, a prática é mais um passo para o alcance da longevidade.

É interessante observar que cada medida implementada para o aumento da imunidade pode ajudar a outra. Fazer exercícios físicos regularmente acarreta na melhora do sono e estimula a boa alimentação. Afinal, para conseguir ter energia para fazer uma sessão de Ioga ou uma caminhada na praia, é preciso se alimentar bem, garantindo o bom funcionamento do intestino, por exemplo.

Resolva e lide com seus conflitos internos

Aprender a lidar com os próprios sentimentos também é um modo de estimular o bom funcionamento do sistema imunológico. Calar raiva, mágoa, tristeza e até felicidade pode ser somatizado no próprio corpo. Por isso, procurar terapia psicológicas como maneira de autoconhecimento previne o adoecimento.

Nesses processos de escuta de si, muitas vezes aquilo que se chama sintoma (um excesso de dores de coluna ou irritações na pele) é reflexo de anos de recusa ao acesso de sentimentos, fruto de situações muito difíceis, como abandono ou perda de alguma grande oportunidade.

Além disso, lidar com seus conflitos internos pode facilitar o estabelecimento de medidas práticas para uma rotina saudável. A adoção de algum esporte, a preparação da alimentação saudável durante toda a semana, são habilidades também conquistadas após sessões de terapia.

Tenha uma rotina de sono sadia

Dormir em torno de sete horas por dia também é um remédio contra a baixa imunidade. Por isso, tenha uma rotina de sono sadia. Para isso, diminua os estímulos visuais à noite, como luzes brancas e tempo de uso no celular. Além disso, evite comer alimentos pesados, pois, naturalmente, o metabolismo diminui durante esse período do dia, o que deixa a digestão lenta e pode ocorrer o refluxo e sensação de barriga inchada no momento da dormida.

Após uma longa viagem, em que a qualidade do sono ficou comprometida, é possível notar uma maior propensão a ficar resfriado. Essa situação exemplifica a importância de manter o sono em dia. Sabemos que a quantidade de impulsos que diariamente recebemos, somado às preocupações, podem ser agentes dificultadores para se desligar completamente e, finalmente, conseguir relaxar.

Faça check-ups anuais

A prática de ir, anualmente, ao médico e fazer check-ups para saber se está tudo bem, é uma ótima forma de evitar o agravamento de um sistema imunológico debilitado. Em determinados contextos, apenas adotar hábitos de vida saudáveis não soluciona o problema, que já tem uma raiz que precisa ser descoberta com mais atenção.

Assim, ao reconhecer todos os fatores que tiveram como consequência a baixa imunidade, é hora de tratá-los. Essa consciência reduz, drasticamente, os riscos para que algo mais grave aconteça no funcionamento do nosso corpo. Por isso, procure um clínico geral de confiança e esteja atento à quantidade de vezes que você adoece ao longo do ano.

Como você notou, a baixa imunidade está diretamente relacionada à má alimentação, que pode ser expressa em uma dieta pobre de fibras, verduras e vitaminas, por exemplo. Adicionalmente, a ausência de atividades físicas favorece que o sistema imunológico não consiga lidar até com vírus de gripes. Por outro lado, é importante investigar se não há alguma doença que explique a baixa imunidade.

Quem está bem informado, tem um cenário mais produtivo para a conscientização de determinados problemas. Então, esse texto realmente foi relevante para você? Se a resposta for sim, aproveite para nos seguir nas redes sociais e continuar acompanhando nossos conteúdos!

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