7 dicas para começar sua previdência privada

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Você já entendeu a importância de um plano de previdência privada para sua tranquilidade financeira no futuro, mas ainda não sabe por onde começar, certo?

Se sua resposta foi sim, separei aqui 7 dicas bem simples de como planejar esse investimento dentro do seu planejamento financeiro. Vem comigo!

1 – Defina seu objetivo

Sabe aquela máxima “Para quem não sabe onde vai, qualquer caminho serve”? Pois bem, essa singela frase da obra Alice no País das Maravilhas nos ajuda a iniciar o caminho para um bom plano de previdência.

Antes de qualquer aporte financeiro, defina qual o seu objetivo com esse tipo de investimento: aposentadoria, complementação de renda, aquela viagem dos sonhos, a faculdade dos filhos etc. Cada pessoa tem um motivo único e especial, por isso, colocar esse objetivo como meta vai te ajudar a calcular o esforço necessário para chegar lá! Planeje seu caminho!

 

2 – Quanto investir na previdência privada?

Você já definiu seu objetivo e agora é a hora de mensurar como vai conseguir cumpri-lo.

Nessa etapa, é importante analisar como está a sua situação financeira. Quanto você conseguiria contribuir mensalmente?

Especialistas em finanças sugerem uma contribuição entre 1o% e 30%¹ sobre o total da sua renda líquida (o que sobrou da sua renda após o descontos de impostos).

Além disso, todos esses cálculos também estão atrelados ao tempo de contribuição, às modalidades, e a tributação do plano de previdência.

Em termos gerais, quanto mais longo for o seu plano, maior será a rentabilidade e menor a dedução de impostos. Vou falar um pouco sobre esses itens nos próximos tópicos.

 

3 – Tipo de Imposto de Renda

Aqui, é importante saber qual é o seu tipo de declaração de imposto de renda da Receita Federal (IR). Há três modalidades: completa, simples ou isenta; que vão direcionar a escolha das modalidades de previdência (PGBL ou VGBL) e os passos seguintes para a construção de um plano mais rentável. Não sabe qual é o seu tipo de declaração de IR, confira nosso artigo completo sobre o imposto de renda.

 

4 – PGBL X VGBL

O Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) e o Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) são modalidades de planos de previdência privada. Estão diretamente atrelados ao tipo de contribuição para o Imposto de Renda (por isso a importância de você saber a sua), apresentando pontos positivos e negativos de acordo com cada realidade.

O PGBL apresenta vantagens para quem faz a declaração completa do imposto de renda. As contribuições são dedutíveis até o limite de 12% da renda tributável anual do cliente. Por outro lado, quando você for resgatar o seu dinheiro acumulado, o IR vai incidir sobre o valor investido e os rendimentos (valor total).

Já o VGBL é ideal para quem não pode optar pela dedução fiscal acima. É o caso de quem faz o tipo de declaração no modelo simples ou isento, ou ainda, para alguém que já atingiu o teto de 12% de dedução no IR.

Outra vantagem é que no momento do resgate do dinheiro, o IR incidirá apenas sobre os rendimentos da reserva e não sobre o valor total investido.

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5 – Progressivo x Regressivo

A pergunta aqui é: quanto e quando você pretende resgatar o dinheiro investido na sua previdência privada? O tempo e/ou a quantia que você pretende fazer o resgate do seu dinheiro é que vão definir o tipo de tributação a seguir. Existem dois tipos: Progressivo e Regressivo; que assim como as modalidades acima, apresentam pontos positivos e negativos.

A Tabela Progressiva utiliza o valor do saque como base para o cálculo do IR. Quanto mais alto for a quantia sacada, maior a alíquota do imposto de renda, podendo chegar até a 27,5% do valor sacado. Sendo assim, para quem pretende sacar o dinheiro no curto prazo, este é o modelo mais recomendado.

Já na Tabela Regressiva, a alíquota do IR diminui de acordo com o tempo que você mantiver seu plano de previdência (PGBL ou VGBL). É regressiva, pois a dedução do IR começa com uma alíquota de 35%, mas pode diminuir para 10% após dez anos de aplicação. Ou seja, quanto mais tempo seu dinheiro permanecer investido, menor será a incidência de IR. Por isso, se você pretende realizar uma acumulação de médio a longo prazo, recomenda-se essa tabela.

Se atrapalhou com as siglas e números? Veja esse artigo detalhado sobre PGBL X VBGL e tipos de tributação

 

6 – Onde investir?

Agora que você entendeu um pouco sobre como construir o seu plano de previdência privada, você está pensando em ir até o seu banco e conversar com seu gerente para encontrar o melhor modelo, certo? Errado! No geral, grandes bancos oferecem planos básicos com baixa rentabilidade e diversas taxas incluídas. Sugiro você pesquisar mais sobre o assunto e encontrar o plano ideal que seja do seu interesse e não do banco.

Nós aqui da WinSocial, por exemplo, desenvolvemos condições especiais para quem tem diabetes. Quem tem a condição, pode fazer uma simulação gratuita e bem rápida através do nosso sitecomeçar o seu plano investindo a partir de R$ 100,00 por mês. Bem acessível, não é?

 

7 – Viva la vida!

Se você leu até aqui, te dou meus parabéns por planejar seu futuro e o de quem você ama! Agora você já sabe como começar seu plano de previdência: definindo objetivos, entendendo requisitos, selecionando modalidades, tipo de tributação e onde investir.

Por isso, desejo de coração, que você consiga atingir seus objetivos e possa desfrutar da vida do jeito que você quiser! Viva la vida! \0/

 

Um abraço!

 

 

Fontes:

¹ Mongeral Aegon

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